Pela discussão ampla e livre da Cultura

Manifesto do Movimento SOMOS CULTURA
Pela Discussão Ampla e Livre da Cultura
SOMOS CULTURA é um movimento dos artistas e da população brasileira. A Constituição Brasileira, no seu art. 215, propõe que “o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”. Por isso propomos o 1º. de Maio SOMOS CULTURA.
Nossa preocupação é garantir um orçamento digno para o desenvolvimento da produção cultural do país. Queremos garantir que o artista, verdadeiro produtor dos bens culturais, tenha acesso a esses recursos através de mecanismos justos e idôneos. Queremos que a população brasileira desfrute finalmente do direito constitucional da fruição dos bens culturais democraticamente distribuídos, resultando em pluralidade de CRIAÇÃO E OPINIÃO E NÃO DISTORCIDOS PELAS DIFERENÇAS ECONÔMICAS QUE ESTABILIZAM PRIVILÉGIOS. SOMENTE ATRAVÉS DA DISCUSSÃO ABERTA COM OS ARTISTAS E A SOCIEDADE BRASILEIRA poderemos compreender em que medida a ampliação dos recursos para a atividade cultural nacional contribuirá para a transformação social democrática do País. A Cultura envolve, sobretudo, nossos bens imateriais. A discussão dos bens culturais pertence a toda a sociedade brasileira.
A Proposta de Emenda à Constituição 150/2003 (PEC 150), apresentada ao Congresso em 03 de Setembro de 2003, dispõe que “a União aplicará, mensalmente, nunca menos que 2% da receita tributária na preservação do patrimônio cultural brasileiro e na produção e difusão da cultura nacional”. Em 31 de março de 2009 foi criada a Comissão Especial de Tramitação, que dará parecer conclusivo à PEC. A produção cultural já significa 5% do PIB nacional, mesmo dentro do quadro de injustiça social dessa produção.

Educação Ambiental


A história do Lobo Mau,dos tres porquinhos e MEATRIX - Parte I
A animação Meatrix foi feita pela empresa de comunicação ambientalista Free Range Studios em 2003 como parte integrante de um projeto conjunto para o CPAGE - Centro de Pesquisa e Ação Global para o Ambiente (do inglês Global Resource Action Center for the Environment). Em uma sátira de Matrix, Leo, um porco de uma pequena fazenda familiar, é chamado por um touro antropomórfico, Moopheus, que mostra a ele que a fazenda em que ele vive e conhece é uma ilusão e que ele está realmente sob domínio de uma terrível "fazenda industrial". O objetivo da animação é, assim como a sua continuação The Meatrix II: Revolting, fazer com que os consumidores utilizem apenas alimentos orgânicos e carne caipira.Personagens :Leo (Porco) Chickity (Galinha) Moopheus (Touro)




NEPAM- Núcleo de Pesquisa Avançada da UNICAMP

IV Festival de Violeiros


















Como estava previsto e anunciado, aconteceu o IV Festival de Violeiros promovido pela Casa de Cultura Popular de Nova Cruz juntamente com o violeiro Domingos Matias com o apoio da Fundação José Augusto cujo Coordenador das Casas de Cultura do Estado, o querido Dimas Carlos, gentilmente compareceu representando o Presidente da FJA Sr. Crispiniano Neto e a Exma. Governadora do Estado, Vilma de Faria. Apesar da noite com clima de inverno, a presença do público lotou o espaço do evento mostrando mais uma vez que o Cordel continua mantendo sua força junto às manifestações da cultura popularda nossa região. A Casa de Cultura agradece a todos os participantes desse encontro marcado por música, cultura e entretenimento.

A Cultura brasileira e a Lei Rouanet

“A cultura brasileira é totalmente refém da Lei Rouanet”, defende teatrólogo
O ministro da Cultura Juca Ferreira anunciou em março deste ano um pacote de reformas para a Lei Rouanet, que concede isenção fiscal às empresas que se propõem a financiar a cultura no Brasil. Alvo de inúmeras críticas desde seu nascimento, a lei é acusada de regularizar um mecanismo de privatização da cultura ao passar para o controle da iniciativa privada a utilização de recursos públicos. Desde que assumiu o ministério, Ferreira promete rever a lei. “Essa lei é um estelionato legalizado, ela dá dinheiro público para quem dele não precisa”, critica Marco Antonio Rodrigues, diretor teatral e fundador do Grupo Folias d’Arte e do Galpão do Folias. Marco Antonio, que concedeu entrevista à Fórum, acredita que a reforma proposta pelo ministério é positiva, mas aponta que o princípio da lei, de caráter privatista, deve entrar no debate central. Entre as mudanças formuladas pelo ministério está a criação de fundos setoriais ao Fundo Nacional de Cultura, que serão das Artes (teatro, circo, dança, artes visuais e música), do Livro e Leitura, da Cidadania, Identidade e Diversidade Cultural e da Memória e Patrimônio Cultural Brasileiro. Outra proposta é a de criação de mais bandas de desconto no Imposto de Renda para além dos 30% e dos 100% que regem atualmente o princípio da renúncia fiscal. Na opinião do diretor de teatro, essas discussão não deve estar em debate. “Precisa-se discutir qual o conceito de cultura, qual o conceito de arte, e o que a gente deve ou não subsidiar”, sustenta. Leia a entrevista na íntegra clicando no link
http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=58124&edt=1
Por Camila Souza Ramos, para a Revista Fórum

Vem aí o IV Festival de Violeiros

Cordel poeta e viola
São três que não se separa
Quando um geme o outro fala
Rimam dentro da bitola
Sai de dentro da caxola
Dum jeito que ninguém faz
Só os poetas são capaz
De tamanha inteligência
Nem pedindo por clemência
Sem ser poeta não Faz. Poeta Anizio

A Casa de Cultura Popular de Nova Cruz- Palácio Lauro Arruda Câmara- valorizando mais uma vez nossas raízes culturais, promove juntamente com a Fundação José Augusto, o IV Festival de Violeiros de Nova Cruz. O festival conta com a presença de violeiros repentistas e cordelistas de Nova Cruz, Natal, Paraíba e cidades circunvizinhas. Esse evento cultural realizar-se-á na Casa de Cultura Popular às 19 horas do dia 24 de abril de 2009.

Que Tristeza!

"Srs.
Realmente temos que trabalhar muito para fazer com que nossos representantes políticos valorizem a Cultura.Ontem(06/04/2009), no Programa CQC, da Band, mostrou um dos repórteres entrevistando alguns deputados em Brasília. Eram duas as perguntas básicas que o mesmo fazia.Uma era se conhecia a Lei Rouanet e a outra era qual o nome do Ministro da Cultura.Sobre a Lei alguns nada falaram, mas vários deles não sabiam o nome do nosso ministro........???????Um deles teve o desplante de dizer que era o Juca de Oliveira... É gente, estamos muito longe de acreditar que nossos políticos nos vejam como peças importantes na construção do nosso País."
Roberto CobasDir. de Comunicação COMCULTURA/RJ

Patativa do Assaré

Patativa do Assaré era o nome artístico (pseudônimo) de Antônio Gonçalves da Silva. Nasceu em 5 de março de 1909, na cidade de Assaré (estado do Ceará). Foi um dos mais importantes representantes da cultura popular nordDedicou sua vida a produção de cultura popular (voltada para o povo marginalizado e oprimido do sertão nordestino). Com uma linguagem simples, porém poética, destacou-se como compositor, improvisador e poeta. Produziu também literatura de cordel, porém nunca se considerou um cordelista.Sua vida na infância foi marcada por momentos difíceis. Nasceu numa família de agricultores pobres e perdeu a visão de um olho. O pai morreu quando tinha oito anos de idade. A partir deste momento começou a trabalhar na roça para ajudar no sustento da família.Foi estudar numa escola local com doze anos de idade, porém ficou poucos meses nos bancos escolares. Nesta época, começou a escrever seus próprios versos e pequenos textos. Ganhou da mãe uma pequena viola aos dezesseis anos de idade. Muito feliz, passou a escrever e cantar repentes e se apresentar em pequenas festas da cidade.Ganhou o apelido de Patativa, uma alusão ao pássaro de lindo canto, quando tinha vinte anos de idade. Nesta época, começou a viajar por algumas cidades nordestinas para se apresentou como violeiro. Cantou também diversas vezes na rádio Araripe. No ano de 1956, escreveu seu primeiro livro de poesias “Inspiração Nordestina”. Com muita criatividade, retratou aspectos culturais importantes do homem simples do Nordeste. Após este livro, escreveu outros que também fizeram muito sucesso. Ganhou vários prêmios e títulos por suas obras.Patativa do Assaré faleceu no dia 8 de julho de 2002 em sua cidade natal.
Livros:
Inspiração Nordestina - 1956· Inspiração Nordestina: Cantos do Patativa -1967· Cante Lá que Eu Canto Cá - 1978· Ispinho e Fulô - 1988· Balceiro. Patativa e Outros Poetas de Assaré - 1991· Cordéis - 1993· Aqui Tem Coisa - 1994· Biblioteca de Cordel: Patativa do Assaré - 2000· Balceiro 2. Patativa e Outros Poetas de Assaré - 2001· Ao pé da mesa – 2001
Poemas mais conhecidos:
A Triste Partida · Cante Lá que eu Canto Cá · Coisas do Rio de Janeiro · Meu Protesto · Mote/Glosas · Peixe · O Poeta da Roça · Apelo dum Agricultor · Se Existe Inferno · Vaca estrela e Boi Fubá · Você e Lembra? · Vou Vorá estina.