" Neutralidade ajuda o opressor, nunca o oprimido. Silêncio encoraja o torturador, nunca o torturado" (Elie Wiesel).
CNPC aprova regimendo da II conferência Nacional de Cultura que se realizará em março de 2010
Segue em anexo a apresentação da II Conferência Nacional de Cultura (CNC), diretrizes do Plano Nacional de Cultura e extrato da I CNC, ocorrida em 2005. As conferências municipais terão início somente após a publicação, no Diário Oficial da União, do decreto a ser assinado pelo presidente Lula, o que deve acontecer nos próximos dias. Todas as informações referentes a convocatória da II CNC, bem como a íntegra do regimento interno, estarão disponíveis no site do Ministério da Cultura www.cultura.gov.br . Acompanhe!O Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC) aprovou no último dia 14 de abril, em reunião extraordinária ocorrida em Brasília, o regimento interno da II Conferência Nacional de Cultura (II CNC), que se realizará de 11 a 14 de março de 2010, na capital federal.
Os municípios terão até 30 de setembro para realizarem as suas conferências municipais e/ou intermunicipais e os estados têm prazo até 15 de dezembro para promoverem as conferências no âmbito estadual.
A conferência terá a coordenação da Secretaria de Articulação Institucional do Ministério da Cultura (SAI/MinC) e contará com apoio de uma Comissão Organizadora Nacional e um Comitê Executivo, que serão instituídos e terão como membros representantes das secretarias e vinculadas do MinC, CNPC, órgãos e instituições parceiros convidados.
Os principais temas a serem desenvolvidos estão apoiados em cinco eixos:
Produção Simbólica e Diversidade Cultural, focado na produção de arte, promoção de diálogos interculturais, formação no campo da cultura e democratização da informação;
Cultura, Cidade e Cidadania, voltado às cidades como espaço de produção, intervenção e trocas culturais, garantia de direitos e acesso a bens culturais;
Cultura e Desenvolvimento Sustentável, que discutirá a importância estratégica da cultura no processo de desenvolvimento;
Cultura e Economia Criativa, que abordará a economia como estratégia de desenvolvimento; e
Gestão e Institucionalidade da Cultura, que visa o fortalecimento da ação do Estado e da participação social no campo da cultura.
Pela discussão ampla e livre da Cultura
Manifesto do Movimento SOMOS CULTURAPela Discussão Ampla e Livre da Cultura
SOMOS CULTURA é um movimento dos artistas e da população brasileira. A Constituição Brasileira, no seu art. 215, propõe que “o Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais”. Por isso propomos o 1º. de Maio SOMOS CULTURA.
Nossa preocupação é garantir um orçamento digno para o desenvolvimento da produção cultural do país. Queremos garantir que o artista, verdadeiro produtor dos bens culturais, tenha acesso a esses recursos através de mecanismos justos e idôneos. Queremos que a população brasileira desfrute finalmente do direito constitucional da fruição dos bens culturais democraticamente distribuídos, resultando em pluralidade de CRIAÇÃO E OPINIÃO E NÃO DISTORCIDOS PELAS DIFERENÇAS ECONÔMICAS QUE ESTABILIZAM PRIVILÉGIOS. SOMENTE ATRAVÉS DA DISCUSSÃO ABERTA COM OS ARTISTAS E A SOCIEDADE BRASILEIRA poderemos compreender em que medida a ampliação dos recursos para a atividade cultural nacional contribuirá para a transformação social democrática do País. A Cultura envolve, sobretudo, nossos bens imateriais. A discussão dos bens culturais pertence a toda a sociedade brasileira.
A Proposta de Emenda à Constituição 150/2003 (PEC 150), apresentada ao Congresso em 03 de Setembro de 2003, dispõe que “a União aplicará, mensalmente, nunca menos que 2% da receita tributária na preservação do patrimônio cultural brasileiro e na produção e difusão da cultura nacional”. Em 31 de março de 2009 foi criada a Comissão Especial de Tramitação, que dará parecer conclusivo à PEC. A produção cultural já significa 5% do PIB nacional, mesmo dentro do quadro de injustiça social dessa produção.
Educação Ambiental

A história do Lobo Mau,dos tres porquinhos e MEATRIX - Parte I
A animação Meatrix foi feita pela empresa de comunicação ambientalista Free Range Studios em 2003 como parte integrante de um projeto conjunto para o CPAGE - Centro de Pesquisa e Ação Global para o Ambiente (do inglês Global Resource Action Center for the Environment). Em uma sátira de Matrix, Leo, um porco de uma pequena fazenda familiar, é chamado por um touro antropomórfico, Moopheus, que mostra a ele que a fazenda em que ele vive e conhece é uma ilusão e que ele está realmente sob domínio de uma terrível "fazenda industrial". O objetivo da animação é, assim como a sua continuação The Meatrix II: Revolting, fazer com que os consumidores utilizem apenas alimentos orgânicos e carne caipira.Personagens :Leo (Porco) Chickity (Galinha) Moopheus (Touro)
A animação Meatrix foi feita pela empresa de comunicação ambientalista Free Range Studios em 2003 como parte integrante de um projeto conjunto para o CPAGE - Centro de Pesquisa e Ação Global para o Ambiente (do inglês Global Resource Action Center for the Environment). Em uma sátira de Matrix, Leo, um porco de uma pequena fazenda familiar, é chamado por um touro antropomórfico, Moopheus, que mostra a ele que a fazenda em que ele vive e conhece é uma ilusão e que ele está realmente sob domínio de uma terrível "fazenda industrial". O objetivo da animação é, assim como a sua continuação The Meatrix II: Revolting, fazer com que os consumidores utilizem apenas alimentos orgânicos e carne caipira.Personagens :Leo (Porco) Chickity (Galinha) Moopheus (Touro)
NEPAM- Núcleo de Pesquisa Avançada da UNICAMP
IV Festival de Violeiros


Como estava previsto e anunciado, aconteceu o IV Festival de Violeiros promovido pela Casa de Cultura Popular de Nova Cruz juntamente com o violeiro Domingos Matias com o apoio da Fundação José Augusto cujo Coordenador das Casas de Cultura do Estado, o querido Dimas Carlos, gentilmente compareceu representando o Presidente da FJA Sr. Crispiniano Neto e a Exma. Governadora do Estado, Vilma de Faria. Apesar da noite com clima de inverno, a presença do público lotou o espaço do evento mostrando mais uma vez que o Cordel continua mantendo sua força junto às manifestações da cultura popularda nossa região. A Casa de Cultura agradece a todos os participantes desse encontro marcado por música, cultura e entretenimento.
A Cultura brasileira e a Lei Rouanet
“A cultura brasileira é totalmente refém da Lei Rouanet”, defende teatrólogoO ministro da Cultura Juca Ferreira anunciou em março deste ano um pacote de reformas para a Lei Rouanet, que concede isenção fiscal às empresas que se propõem a financiar a cultura no Brasil. Alvo de inúmeras críticas desde seu nascimento, a lei é acusada de regularizar um mecanismo de privatização da cultura ao passar para o controle da iniciativa privada a utilização de recursos públicos. Desde que assumiu o ministério, Ferreira promete rever a lei. “Essa lei é um estelionato legalizado, ela dá dinheiro público para quem dele não precisa”, critica Marco Antonio Rodrigues, diretor teatral e fundador do Grupo Folias d’Arte e do Galpão do Folias. Marco Antonio, que concedeu entrevista à Fórum, acredita que a reforma proposta pelo ministério é positiva, mas aponta que o princípio da lei, de caráter privatista, deve entrar no debate central. Entre as mudanças formuladas pelo ministério está a criação de fundos setoriais ao Fundo Nacional de Cultura, que serão das Artes (teatro, circo, dança, artes visuais e música), do Livro e Leitura, da Cidadania, Identidade e Diversidade Cultural e da Memória e Patrimônio Cultural Brasileiro. Outra proposta é a de criação de mais bandas de desconto no Imposto de Renda para além dos 30% e dos 100% que regem atualmente o princípio da renúncia fiscal. Na opinião do diretor de teatro, essas discussão não deve estar em debate. “Precisa-se discutir qual o conceito de cultura, qual o conceito de arte, e o que a gente deve ou não subsidiar”, sustenta. Leia a entrevista na íntegra clicando no link http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=58124&edt=1
Por Camila Souza Ramos, para a Revista Fórum
Vem aí o IV Festival de Violeiros
Cordel poeta e violaSão três que não se separa
Quando um geme o outro fala
Rimam dentro da bitola
Sai de dentro da caxola
Dum jeito que ninguém faz
Só os poetas são capaz
De tamanha inteligência
Nem pedindo por clemência
Sem ser poeta não Faz. Poeta Anizio
A Casa de Cultura Popular de Nova Cruz- Palácio Lauro Arruda Câmara- valorizando mais uma vez nossas raízes culturais, promove juntamente com a Fundação José Augusto, o IV Festival de Violeiros de Nova Cruz. O festival conta com a presença de violeiros repentistas e cordelistas de Nova Cruz, Natal, Paraíba e cidades circunvizinhas. Esse evento cultural realizar-se-á na Casa de Cultura Popular às 19 horas do dia 24 de abril de 2009.
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