O MINISTÉRIO DA CULTURA NUMA PERIGOSA ZONA DE CONFORTO



Por Carlos Henrique Machado Freitas
 O termo gestão pública, no Brasil, passou a ser sinônimo de choque para atemorizar a sociedade. Pior, tudo para atender aos sacramentos do setor privado que, hoje, mais parece inspiração pura e divina de meritocracia para os gestores públicos.
E não é diferente no Ministério da Cultura, Marta, aos poucos, vem “desembaraçando” os gargalos internos e mostrando um método eficiente internamente, mas cada vez mais distanciado da alma da cultura brasileira. 
Como no dito popular, está tudo certo, porque está tudo errado. O MinC tem o direito de fazer um gestão morna, sem sobressaltos, sem ao menos ter a consciência do que é e como funciona o território cultural brasileiro, só não pode achar que aqui fora a vasta cultura está estática e identificada com essa forma de gestão. Seguem algumas questões:
 NÃO EXISTE MERCADO CULTURAL, EXISTE MERCADO
Toda a pregação no Ministério da Cultura em que o mercado tem um grande mérito nas pseudo-ideologias de inclusão, cai por terra, porque é sabido que não existe uma composição específica para determinado mercado. O que está dogmatizado como mercado cultural é farinha do mesmo saco especulativo, por mais que se tente colorir o rótulo com a novidade universal da indústria criativa. A bula da SEC/MinC é constituída pelas velhas receitas do neoliberalismo. Enfim, negócios versos negócios, melhor dizendo, toma lá dá cá, assim como as técnicas de vender sabonete, caixa de fósforos, parafusos, alimentos, em que as palavras, cooperação e criação, desaparecem da forma mais primitiva, egocêntrica e individualista. Portanto, não há como separar todas as forças destrutivas originárias de um mercado selvagem como ele é na essência e unir o que “existe de bom” aos homens de bem da cultura, humanizando os negócios e transformando a esquizofrenia de mercado cultural em convento de freiras.
 
A LEI ROUANET, OS EDITAIS E SUAS CONSEQUÊNCIAS NEFASTAS
Na cultura, a esquerda perdeu o discurso. Abriu-se aí o espaço para o período mais longo do neoliberalismo cultural de Estado. Com 20 anos, a Lei Rouanet praticamente suprimiu a inteligência, o pensamento crítico, o que foi substituído por um critério tosco de “cultura e mercado”. A articulação neoliberal usou a lei para legitimar suas teses. Hoje a cultura brasileira está num gueto, incapaz de qualquer reação intelectual. Os Institutos e Fundações privadas têm mais visibilidade que, por exemplo, a Funarte que se transformou em mais um personagem do elenco de apoio da burlesca e caricata forma de se pensar cultura no Brasil. O esvaziamento foi inevitável, a inteligência de esquerda massacrada, e aí, praticamente a mediocridade triunfou. Ou o Estado para de bancar a máquina de fabricar editais e se nutre de um cardápio mais profundo, ou teremos a era mais longa da cultura calculada pelos neoliberais.
 O UNIVERSALISMO ENVIESADO DA INDÚSTRIA CULTURAL
É ridículo o Estado aceitar o argumento de que cultura de massa é parte de nossa diversidade cultural, não é e nunca quis ser. Ao contrário, com a força da grana, quis ditar comportamentos e negar qualquer coisa que não fosse sua indústria de pastiche. Agora, com o sistema sendo derretido e o monopólio da produção e difusão esfarelando, a indústria cultural, para garantir sua posse, parte para tomar as cidades com grandes eventos tentando sufocar ou se apropriar da produção independente, além de usar os espaços e os recursos públicos como a nova e mais rentável forma de negócio. Por outro lado, o Estado se torna incapaz de garantir a produção integral da criação contemporânea de nossa cultura. O Rock in Rio talvez seja a forma mais visível desse capitalismo cultural nômade, mas infelizmente, pela total ausência de um pensamento minimamente intelectualizado, a cúpula do Estado ajuda a embalar a lógica que percorre o país como vendedora de felicidade, oportunidade e toda aquela retórica expedida pelos velhos proprietários da indústria cultural.
 A RESPOSTA DA TROCA DE NOSSA IDENTIDADE POR UM MERCADO DE IDENTIDADES
Todas as deprimentes formas de intolerância, no Brasil, se realizam no vácuo da intolerância social, política e cultural. Esse monumento de estupidez salvador dos nossos brios culturais pelo mercado, trazido pelo grandioso vernáculo dos gestores empresariais, tem contribuído para uma fecunda ação política em prol do fascismo, da má fé e de uma constelação de intolerâncias. Na verdade o principal nutriente das linguagens do preconceito tem origem no livro sagrado do capitalismo.
 A GESTÃO PÚBLICA PELA GESTÃO PRIVADA
A personalidade de nossa gestão pública de cultura equivale aos resultados de nossas políticas públicas. Quanto menos crítico ao consenso unânime do mercado cultural, mais flagrante é a miséria do seu pensamento. O Estado, de acordo com sua veneta, tem delegado cada vez mais aos gestores corporativos a tarefa de aleijar a alma da cultura brasileira. A politicagem estética, com seu pastiche cheio de dogmas de mercado, tem levado todos os aspectos que afirmam a nossa identidade cultural a um inédito vazio.
Infelizmente é desse filão de aspectos que vem sendo consagrada a gestão da ministra Marta Suplicy, algo entre o conforto e o quentinho, mais corporatocrático que orgânico, mais ouro que alma Assim, imagino eu que a ministra foge das intempéries de um debate nacional de cultura no Brasil.

CULTURA VIVA PRESENTE EM LIMA



ENQUANTO AQUI, GOVERNO DESMANTELA O PROJETO DOS PONTOS DE CULTURA, EUROPA INTERESSADA , EDITA LIVRO DE CÉLIO TURINO

Celio TurinoO  livro Ponto de Cultura, de Célio Turino,será editado no Reino Unido, pela Gulbeikian. 
Parabéns Célio!  pena que enquanto lá fora reconhecem o valor do projeto, aqui o governo desmantela a rede de Pontos  não repassando o dinheiro dos convênios. Mas lá na Europa, eles vão implantar o projeto, vai ser um sucesso e os daqui vão copiar a cópia e reimplantá-la como original. Pagam pra ver?

CULTURA: UM FATOR CHAVE PARA LUTAR CONTRA A POBREZA


PIOR QUE É

Tá Reclamando do Lula? Do Serra? Da Dilma? Do Arrruda? Do Sarney? Do Collor? Do Renan? Do Palocci? Do Delubio? Da Roseanne Sarney? Dos políticos distritais de Brasilia? Do Jucá? Do Kassab? Dos outros 300 picaretas do Congresso?
Brasileiro reclama de quê?
O Brasileiro é assim:
A- Coloca nome em trabalho que não fez.
B- Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.
C- Paga para alguém fazer seus trabalhos.
01. - Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.
02. - Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.
03. - Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.
04. - Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.
05. - Fala no celular enquanto dirige.
06. - Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos (me dá um toque que eu retorno...) - assim o amigo não gasta nada.
07. - Usa o celular na Igreja, no cinema, nas salas de aula, teatro, palestras e afins.
08. - Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.
09. - Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas.
10. - Viola a lei do silêncio.
11. - Dirige após consumir bebida alcoólica.
12. - Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.
13. - Espalha churrasqueira, mesas, nas calçadas.
14. - Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho.
15. - Faz "gato" de luz, de água e de tv a cabo.
16. - Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.
17. - Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto.
18. - Muda a cor da pele para ingressar na universidade através do sistema de cotas.
19. - Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20.
20. - Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.
21. - Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.
22. - Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.
23. - Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.
24. - Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.
25. - Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.
26. - Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.
27. - Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.
28. - Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis... como se isso não fosse roubo.
29. - Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.
30. - Falsifica tudo, tudo mesmo... só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.
31. - Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.
32. - Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.
33. - Joga o que pode por onde passa, especialmente quando se trata de lugares públicos, que vivem sujos graças a esse costume.
34. - Queima o lixo em terrenos, quando ateia fogo para se livar do mato.
35. - etc.
E quer que os políticos sejam honestos... Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas... Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não?
Brasileiro reclama de quê, afinal?
E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então sugiro adotarmos uma mudança de comportamento, começando por nós mesmos, onde for necessário!
Vamos dar o bom exemplo!
Espalhe essa idéia!
"Fala-se tanto da necessidade deixar um planeta melhor para os nossos filhos e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, honestos, dignos, éticos, responsáveis) para o nosso planeta, através dos nossos exemplos...."
Colhemos o que plantamos! A mudança deve começar dentro de nós, nossas casas, nossos valores, nossas atitudes.
"A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original."
Albert Einstein

QUANTO VALE QUEM RENEGA SUAS PRÓPRIAS ORIGENS




Este é o atual Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal brasileira, famoso por sua posição racista, machista e homofóbica. Nesta foto estão ele, sua mãe e o padrasto. Duvido que essa sorridente senhora, de bom semblante, tenha culpa em todas as discriminações cometidas por esse cidadão - que alega que os africanos são seres amaldiçoados, que é um azar nascer negro. 

Acreditem: esse "senhor" quer ser candidato à presidência do Brasil nas próximas eleições - JÁ PENSARAM?. Toda a polêmica gerada por suas frases discriminatórias ele julga positiva: falem mal, mas falem de mim - diz ele.  Se você já se livrou de preconceitos pelo caminho, se está nesta vida procurando evoluir como ser humano, não esqueça de sua responsabilidade para com o mundo que o cerca. "Para que o mal vença, bastam que as pessoas de bem se calem". No nosso Código Penal, omissão de socorro também é crime! Não se omita! O Brasil precisa de todas as vozes unidas contra o que é errado, para se tornar um lugar melhor para as futuras gerações. Assine já a petição abaixo:



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Não se cale.