I CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE CULTURA
Finalmente! Nova Cruz realizou sua I Conferência Municipal de Cultura. O evento aconteceu no auditório do CNSC e contou com a presença de 90 pessoas, quórum suficiente para a realização do evento dia 02/08/2013.
Sob orientação do Minc, foram abordados 4 Eixos:
1 - Implementação do Sistema Municipal de Cultura;
2 - Produção Simbólica e Diversidade Cultural;
3 - Cidadania e Direitos Culturais;
4 - Cultura e Desenvolvimento.
Após os esclarecimentos e discussões necessários foi realizada a leitura do Regimento Interno da Conferência e em seguida apresentações culturais.
Uma performance de Boi de Reis do Grupo Nômades , de Nova Cruz e uma apresentação do Grupo Bonecas de Pano, de Brejinho.
CÂMARA DOS DEPUTADOS
Comissão de Cultura - CCULTOf.Pres. nº 045/2013/CCULTBrasília, 27 de maio de 2013.
Ao Ilustríssimo SenhorMARCELO MANZATTIRede das Culturas Populares e TradicionaisAssunto: Convite para participação em reunião de audiência públicaPrezado Senhor,A Comissão de Cultura aprovou, em reunião realizada dia 24/04/13, o Requerimento n.º 24/13, de autoria do Deputado Evandro Milhomen, que propõe a realização de Audiência Pública para debater o Projeto de Lei nº 1.176, de 2011, que “institui o Programa de Proteção e Promoção dos Mestres e Mestras dos Saberes e Fazeres das Culturas Populares”.Tenho, pois, a grata satisfação de convidar Vossa Senhoria para participar do evento, como palestrante, a realizar-se dia 11 de junho, terça-feira, às 14h, em Plenário a ser definido, no anexo II da Câmara dos Deputados. A participação de Vossa Senhoria é fundamental nesse debate.Agradeço desde já e solicito a confirmação da presença pelos telefones: (61) 3216-6942 / (61) 3216-6945 - e-mail: ccult.decom@camara.leg.br.Atenciosamente,Jandira FeghaliDeputada FederalPresidenta da Comissão
MINISTÉRIO DA CULTURA
SECRETARIA DE POLÍTICAS CULTURAIS
DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E COMUNICAÇÃO PARA A CULTURA
RELEASE PROGRAMA MAIS CULTURA NAS ESCOLAS
O Ministério da Cultura e o Ministério da Educação lançam no dia 21 de maio o Programa “Mais Cultura nas Escolas”, para reconhecer a escola como espaço de circulação e produção da diversidade cultural brasileira.
Mais Cultura nas Escolas vai promover o encontro de iniciativas culturais e projetos pedagógicos de escolas públicas de todo o Brasil. Artistas, grupos e mestres de cultura popular e tradicional, arte educadores, cinemas, pontos de cultura, museus, bibliotecas e outras iniciativas culturais agora podem elaborar projetos em parceria com escolas públicas em todo o país, dialogando com seus projetos pedagógicos. Podem participar iniciativas culturais representadas por pessoa física ou jurídica.
Os projetos culturais deverão prever duração entre 6 (seis) e 10 (dez) meses, orientandos por eixos temáticos propostos pelo Mais Cultura nas Escolas, voltados, entre outros temas, para a criação e circulação de teatro, audiovisual, música, dança, artes visuais, circo; diálogos com tradições orais, culturas indígenas e cultura afrobrasileira; residência e experimentação artística nas escolas; atividades em museus, pontos de cultura, cinema e outros espaços culturais.
Em 2013, R$ 100 milhões para financiar 5 mil projetos contemplados na primeira fase do programa. Cada um deles receberá valores entre R$ 20 mil e R$ 22 mil, calculados conforme o número de alunos matriculados na escola, que poderão ser gastos também na contratação de serviços culturais necessários às atividades artísticas e pedagógicas. Os recursos serão repassados direto às escolas via PDDE/ FNDE (Programa Dinheiro Direto na Escola/ Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).
Poderão inscrever projetos cerca de 34 mil escolas ativas nos Programas Mais Educação e Ensino Médio Inovador (MEC) até 2012. As inscrições são feitas por meio do SIMEC (Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do Ministério da Educação). Tanto iniciativas culturais como escolas poderão inscrever somente um único projeto, elaborado conjuntamente com um(a) única parceira(o). As inscrições vão até 30 de junho.
Para maiores informações, acesse:
Resolução FNDE n° 30 de 03/08/2012, disponível em http://www.fnde.gov.br/fnde/ legislacao/decretos/item/3705- resolu%C3%A7%C3%A3o-cd-fnde-n% C2%BA-30,-de-3-de-agosto-de- 2012.
Lista das escolas participantes e outras informações em http://www.cultura.gov.br/ maisculturanasescolas
Dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail maisculturanasescolas@cultura. gov.br.
Programa Mais Cultura nas Escolas
Diretoria de Educação e Comunicação para a Cultura
Secretaria de Políticas Culturais
Ministério da Cultura
TÔ FICANDO VELHO!
Na fila do supermercado, o caixa diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que
sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: - Esse é exatamente o nosso problema hoje,
minha senhora.
Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se
preocupou adequadamente com o ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é risível que a atual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
mais de 50 anos de idade , e para os merdas que tem tudo nas mãos e só
sabem criticar os mais velhos.
INVENÇÃO DE ALTA UTILIDADE

David Wilson, um professor do Massachusetts Institute of Technology bolou essa belezura de churrasqueira que dispensa o uso de lenha, carvão, gás ou energia elétrica para funcionar.
A engenhoca de aparência futurística, serve tanto para grelhar, cozinhar ou aquecer alimentos, como serve também como aquecedor de ambientes, utilizando-se para isso apenas a energia solar.
rende uma autonomia de cerca de 25 horas entre cada recarga.
Isso significa que a energia armazenada num único dia de sol pode ser utilizada durante toda a noite e no dia seguinte também, favorecendo à agradável atividade de se cozinhar ao ar livre nas grandes cidades e atendendo especialmente as necessidades das comunidades situadas nas regiões rurais e longínquas.
A engenhoca de aparência futurística, serve tanto para grelhar, cozinhar ou aquecer alimentos, como serve também como aquecedor de ambientes, utilizando-se para isso apenas a energia solar.
rende uma autonomia de cerca de 25 horas entre cada recarga.
Isso significa que a energia armazenada num único dia de sol pode ser utilizada durante toda a noite e no dia seguinte também, favorecendo à agradável atividade de se cozinhar ao ar livre nas grandes cidades e atendendo especialmente as necessidades das comunidades situadas nas regiões rurais e longínquas.
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