A ENTRADA DA VENEZUELA NO MERCOSUL FOI UM GOLAÇO DO BRASIL


Da Carta Maior
Samuel Pinheiro Guimarães
A política externa norte-americana na América do Sul sofreu as consequências totalmente inesperadas da pressa dos neogolpistas paraguaios em assumir o poder, com tamanha voracidade que não podiam aguardar até abril de 2013, quando serão realizadas as eleições, e agora articula todos os seus aliados para fazer reverter a decisão de ingresso da Venezuela. A questão do Paraguai é a questão da Venezuela, da disputa por influência econômica e política na América do Sul. O artigo é de Samuel Pinheiro Guimarães. Leia em http://www.cartamaior.com.br

Deposição de Fernando Lugo foi golpe contra o Brasil



Além de pretensões práticas, os EUA, ao favorecerem uma virada de mesa na vizinhança brasileira, possivelmente imaginaram colocar em xeque a capacidade do principal país da região em reagir a situações de conflito. Não é segredo, afinal, que o bloco sul-americano depende da força política, econômica e militar do Brasil.

Breno Altman
(*) Artigo publicado originalmente no Opera Mundi.

Quase um mês após o desfecho sumário do processo que provocou a derrocada do presidente constitucional do Paraguai, já é possível analisar com mais acuidade os interesses geopolíticos envolvidos.


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EDUCAÇÃO DE QUALIDADE


Na atual sociedade, promover a “educação de qualidade” não é fácil; e não é para qualquer um! 

Podemos considerar Educação, como a promoção do desenvolvimento da capacidade intelectual e moral das pessoas. A educação é um processo que envolve o desenvolvimento de todas as características humanas, podendo ser também considerada como cortesia, respeito, conhecimento e atitude. 

Atualmente, a educação está ligada com conhecimentos. O conhecimento não tem barreiras, é a vontade própria que está movendo as pessoas cada vez mais próximas da educação. 

Mas para que todas as razões acima, como respeito mútuo, justiça, solidariedade, igualdade sejam obedecidos, é preciso, sem dúvida de um sistema educacional eficaz, não de mentira.

 Algumas das saídas propostas aqui são: 

a) Uma educação gratuita, compulsória e de “qualidade”; 

b) Melhorar significativamente a educação infantil; 

c) Aprimorar as necessidades básicas do...

TEXTO COMPLETO NESTE ENDEREÇO:
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Relação do Brasil com sua história muda após Lei de acesso a Informação


brasileiro
A Lei de Acesso à Informação está mudando a forma dobrasileiro se relacionar com sua própria história. Desde que entrou em vigor, em 17 de maio, já proporcionou o acesso a registros históricos que, em muitos casos, poucos suspeitavam sequer que existiam.

No Arquivo Nacional, encontram-se à disposição dos interessados os documentos secretos e ultrassecretos do extinto Sistema Nacional de Informações e Contrainformação (SISNI), incluindo os serviços de inteligências da Forças Armadas, da Polícia Federal e de ministérios e outros órgãos do governo, como o Itamaraty.
Desde a manhã de segunda, também está disponível a base de dados da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), criada pelo ex-presidente Collor de Mello, em 1990, para substituir o Serviço Nacional de Inteligência (SNI), o temível órgão de inteligência da Ditadura Militar, idealizado pelo general Golbery do Couto e Silva. A SAE funcionou até 1999, quando foi criada a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN). E, embora tenha sido criada e extinta durante o regime democrático, herdou práticas de arapongagem da ditadura militar, colocando sob sua mira figuras emblemáticas, especialmente, para a esquerda brasileira.
Relegada a categoria de secretaria, a SAE não tinha o mesmo status do seu antecessor, o SNI, ligado à presidência da república, e que, mesmo durante o governo de transição do ex-presidente José Sarney, continuou monitorando esquerdistas, realizando escutas ilegais e operações clandestinas. Perdeu quadros, força e influência. Passou a ser comandado por civis. Voltou a ganhar peso com sua remilitarização, a partir de 1992, já no governo de Itamar Franco, que assumiu a presidência da república após o impeachment de Collor.
Em até 30 dias, será aberto à consulta pública o acervo do extinto Estado-Maior das Forças Armadas (EMFA), que funcionou entre 1946 e 1999, antes da criação do Ministério da Defesa. São 37 volumes de documentos considerados secretos e ultrassecretos, além de 52 volumes de boletins reservados: correspondências entre autoridades militares e civis do governo brasileiro ou entre integrantes do governo e representantes de outros países sobre temas relacionados à defesa, segurança nacional e cooperação internacional, além de relatórios sobre a conjuntura política nacional e internacional.

Acesso amplo e irrestrito

Desde o dia 18/6, já está permitido o acesso irrestrito aos acervos do próprio SNI e dos demais órgãos que compunham o SISNI. São dossiês pessoais dos considerados “subversivos” e de organizações de esquerda, como partidos políticos, sindicatos, movimentos sociais, igrejas, universidades e movimento estudantil, além de informações sobre prisões, mortes, tortura, repressão à guerrilha urbana e rural, entre outros.

Parte desses documentos já podia ser consultada desde 2005, de forma bastante restrita. No caso dos dossiês pessoais, apenas com autorização da própria pessoa ou de seus familiares. Nos documentos mais gerais, todos os nomes citados eram devidamente apagados. Por isso, grande parte dos documentos ainda é inédita para o público. Eles revelam, por exemplo, como se dava a infiltração dos agentes do regime dentro das universidades públicas ou mesmo a relação da ditadura com a política indigenista que dizimou aldeias inteiras de índios.
Há também os documentos produzidos pelo Centro de Informações do Exterior (Ciex), serviço de inteligência criado pelo Itamaraty em 1966 para monitorar os passos dos brasileiros tidos como “subversivos” no exterior e, da mesma forma, os dos estrangeiros no Brasil. Mostram o pioneirismobrasileiro na articulação da Operação Condor, criada pelas ditaduras da América Latina para a troca não apenas de informações, mas também de militantes estrangeiros nos países envolvidos.

FORUM PERMANENTE TVC Mensalão: criminalistas apostam em absolvição geral



 
Você já conhece o Tudo Sobre o Mensalão? Criado pelos alunos de direito que compõem o Movimento Universitário Em Defesa do Estado de Direito, nosso site já reune uma vasta rede de leitores que estão interessados em compartilhar e debater de forma técnica os aspectos do processo que começará a ser julgado no próximo dia 2 de agosto pelo STF. 
 Destaque em nosso site, matéria do Valor Econômico mostra que criminalistas apostam em absolvição geral no caso do suposto mensalão face ao histórico de julgamentos técnicos realizados pelo Superior Tribunal Federal. 
 Um dos pontos principais desta semana é como a imprensa brasileira omite e manipula informações. Um profundo estudo contraria tese de compra de votos na Câmara, principal acusação feita contra os réus do processo. 
 Em um processo de quase 60 mil páginas e 39 réus, destaca-se a celeridade do Ministro Ricardo Lewandowski ao entregar sua revisão em poucos meses. Boa parte da imprensa omitiu o fato que normalmente a revisão de um único réu leva seis meses ou mais no STF. Em artigo a Folha de São Paulo, Joaquim Falcão, professor de direito constitucional da FGV, comenta sobre a liberdade de tempo que a lei concedeu a Lewandowski neste importante processo.
 Acesse, comente, apresente suas ideias e compartilhe!
 
Movimento Universitário Em Defesa do Estado de Direito